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Captura
de carbono, um bom negócio
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San José - O reflorestamento no Sul em desenvolvimento
para permitir a captura de carbono é uma oportunidade
rentável para as nações do Norte industrial, segundo
pesquisa feita por um cientista costarriquenho na
Universidade de Harvard.
O estudo, feito pelo ex-ministro do Meio Ambiente
da Costa Rica, René Castro e publicado em outubro
pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento,
mostra que criar esses mecanismos de captura no Norte
custa mais do que no Sul. O investimento para semear
árvores nos Estados Unidos capazes de absorver a emissão
industrial de gases que provocam o efeito estufa chega
a cem dólares por tonelada de carbono, enquanto na
Costa Rica custaria a metade, segundo a pesquisa.
Assim, utilizar as florestas tropicais como receptáculo
de carbono traria benefícios econômicos e favoreceria
a transferência de tecnologia, afirma Castro.
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Suspensa
experiência transgênica
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Caracas - O Ministério do Meio
Ambiente da Venezuela ordenou a destruição de plantas
de papaia transgênico que faziam parte de um projeto
da Universidade de Los Andes, no estado de Mérida.
As manipulação genética do papaia na zona de San Juan
de Lagunillas, a 700 quilômetros de Caracas, começou
há quatro anos financiada pelo estatal Conselho Nacional
de Pesquisas Científicas e Tecnológicas. O Escritório
Nacional de Diversidade Biológica, ligado ao Ministério
do Meio Ambiente, ordenou a incineração das plantas,
mas preservando os frutos obtidos. Também mandou paralisar
a experiência da Universidade de Mérida até uma avaliação
especializada.
Lima
- Os ministérios da Saúde e da Presidência do Peru
coordenam o envio de alimentos e água potável para
as 39 comunidades de indígenas e colonos afetados
pela poluição da água por emanações sulfurosas de
um vulcão.
As emanações do vulcão Tungurahua, situado no vizinho
Equador, contaminaram um trecho do rio Pastaza, no
extremo norte da selva amazônica peruana. As autoridades
enviaram à região equipamentos para tratamento da
água e dois reservatórios infláveis com capacidade
para armazenar dez mil litros, que podem ser enchidos
em riachos livres da contaminação. "O primeiro sinal
de alerta foi dado pelos peixes, que sumiram do rio
para se refugiarem nos pequenos arroios, logo que
o turvamento e o mau cheiro da água do Pastaza assustou
2.610 famílias", informou o governo de Pastaza.
*Fonte: Inter Press Service.
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