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Terras áridas

A desertificação é um dos principais problemas ambientais do mundo. Seu principal sintoma é a degradação dos solos, e suas causas são essencialmente duas: as alterações do clima e a atividade humana. Como fenômeno, é antiga: segundo estudos, algumas regiões atualmente áridas abrigaram uma rica vegetação no passado. Mas, à medida que aumentam os fatores que causam a aridez, os desertos avançam.

Aproximadamente um bilhão de pessoas em uma centena de países estão ameaçadas pela desertificação no início do século XXI. E o planeta corre o risco de ver até 41% da superfície terrestre transformada em desertos. Na América Latina o problema é grave, e afeta a superfície da maioria dos países. As práticas agrícolas erradas, o desmatamento, a pressão social, a ignorância e a guerra são considerados fatores que causam a desertificação, agravada pelas evidências do aquecimento mundial, que por certo também é atribuído a atividades humanas.

As conseqüências do avanço dos desertos são graves: fome, migrações, fortes perdas econômicas. A gravidade do problema ambiental foi assumida pelos governos e 170 países estiveram representados na última conferência da Convenção das Nações Unidas para a Luta contra a Desertificação. Inúmeros organismos internacionais criaram divisões especiais para agir diante deste problema. E tudo começa por informar sobre este seco perigo para os humanos. Uma boa fonte é a Internet.

ONU: Secretariado da Convenção para Combater a Desertificação (em inglês)
Convenção: Mecanismo mundial contra a desertificação (em inglês)
Pnuma: O que é a desertificação? (em espanhol)
Pnuma: Desertificação na América Latina e no Caribe (em espanhol)
Pnud: Escritório para o combate à desertificação e à seca (em inglês)
FAO: A desertificação (em inglês)
Banco Mundial: Sobre a desertificação (em inglês)
Terramérica: Quarta Conferência contra a Desertificação (em espanhol)
Pnud: Links com sites web sobre desertificação (em inglês)
Desertificação, dados e definição (em espanhol)
Desertificação: Descrição, causas e conseqüências

Colossos do mar

As baleias ocupam a imaginação dos homens desde tempos remotos. Suas dimensões, verdadeiramente colossais, não deixam dúvidas: é uma maravilha da natureza.

As novas pesquisas descobrem complexas relações sociais, sons inquietantes e forte atividade cerebral nas baleias, que, apesar de viverem no mar, têm outra particularidade: são mamíferos de sangue quente, que usam seus pulmões para respirar.

No jargão científico, pertencem à ordem Cetácea, onde estão incluídas duas subordens: a Mysticeti, que agrupa as baleias com barbas, e a Odontoceti, que agrupa os cetáceos com dentes, incluindo os golfinhos.

Dentro dessas classificações a família das baleias é maior do que supomos normalmente: há mais de 40 espécies, segundo informações obtidas na Internet.

As baleias são populares no ciberespaço. Mas, lamentavelmente, muitos dos sites a elas dedicados estão inspirados na necessidade de estimular sua conservação.

Fundações e organizações clamam por melhor relação entre as baleias e os humanos, que são seus predadores. As baleias são caçadas por alguns países, e também são vítimas da poluição marinha.

As ações predatórias contra as baleias são um dos temas de conservação ambiental mais debatidos atualmente, e geram intensas negociações entre países agrupados em uma comissão internacional.

Cetácea: informação geral (em inglês)
Ordem cetácea (em inglês)
A vida das baleias (em espanhol)
Instituto de Conservação das Baleias (com som, em espanhol)
Fundação Cethus (defesa das baleias, em espanhol)
Comissão Baleeira Internacional (em inglês)
Cetonauta.com (com glossário, em espanhol)
Greenpeace: petição de santuário para as baleias (em inglês)
Conservação das baleias (em inglês)
A viagem do Odyssey (em inglês)
Espécies de baleias (em inglês)
Pesquisas sobre baleias (em inglês)
Whale songs (educativo, em inglês)
The Whaleman Foundation (defesa das baleias, em inglês)
Sociedade espanhola de cetáceos (em espanhol)

Beleza Selvagem

As orquídeas ostentam uma beleza profunda, que parece vir desde o princípio dos tempos. De fato, segundo dados que circulam na sempre bem informada Internet, existem há pelo menos 120 milhões de anos.

Desde então, proliferaram até se espalharem por toda a Terra, menos nas zonas polares e nos desertos, sendo mais abundantes nas zonas tropicais. Existem entre 25 mil e 30 mil variedades de orquídeas nas florestas. Isto é, de origem natural. No caso da soberana das flores é necessário esclarecer se se trata de espécies naturais, pois existem numerosas variedades criadas pelos humanos, que foram cativados por esta flor. Sua obsessão apenas se compara à dos insetos, que contribuem para a polinização das orquídeas, afirma um documentário de TV transformado em site.

Essa obsessão, cujo início pode-se rastrear até civilizações antigas, gerou toda uma "cultura" em torno da orquídea, que inclui técnicas de jardinagem, vastas classificações científicas, sociedades e clubes de interessados, comércio, exposições, vocabulário especializado, literatura, arte e fotografia. A flor da família orquidaceae, dona de uma complexa biologia, sobrevive nos jardins e estufas. Em estado natural enfrenta os mesmos perigos existentes em seu abrigo natural, a floresta. Isto é, a redução de seu mundo devido ao desmatamento.

Estes são os endereços para entrar no mundo das orquídeas na Internet:

Obsessão com as orquídeas (em inglês)
Orquídeas michoacanas (em espanhol)
Orchid House (em inglês)
Partes de uma orquídea (em espanhol)
Glossário (em espanhol)
As orquídeas na Bolívia (em espanhol)
OrchidWeb.org (em inglês)
Diretório: orquídeas na Internet (em inglês)
Orquídeas do Peru- Galeria (em espanhol)
Sociedade orquidófila de Brasília (em português)
Tudo sobre as orquídeas (em inglês)
Ecologia das orquídeas da Nicarágua (em espanhol)

 


 

Copyright © 2001 Tierramérica. Todos los Derechos Reservados

 

Crédito: Claudio Contreras
Crédito: Claudio Contreras

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Baleia cinza, na Laguna Guerrero Negro. Crédito: Cláudio Contreras
Baleia cinza, na Laguna Guerrero Negro. Crédito: Cláudio Contreras

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Crédito: Claudio Contreras
Crédito: Claudio Contreras