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Luz de vida

A fotossíntese é essencial para todos os seres do planeta Terra. Há milhões de anos, este complexo processo foi fundamental para detonar a proliferação da vida orgânica, e repete-se a cada dia, com as plantas verdes como protagonistas destacadas. O processo de fotossíntese envolve a transformação de energia solar e de outros compostos, como o dióxido de carbono e a água, na energia química que sustenta a vida. Os produtos resultantes são oxigênio, vital para os seres vivos deste planeta, e o ATP, fonte de energia dos organismos.

As plantas verdes têm um papel de destaque neste processo por abrigarem a clorofila, um composto que torna possível o processo de transformação da energia luminosa em energia química. A fotossíntese está explicada em toda a Internet, em alguns sites de forma simples, para atender a necessidade dos estudantes, e, em outros, de maneira um pouco mais detalhada. Devido à natureza quase milagrosa desta rotina de transformação, os estudos sobre seu comportamento e seu potencial não cessam. Há uma sociedade internacional de pesquisa da fotossíntese, e os diretórios da Internet confirmam o enorme interesse que gera na comunidade científica.

Diretório: Fotossíntese na Internet (em inglês)
Botânica OnLine: Fotossíntese (em espanhol)
O que é a fotossíntese? (em inglês)
Biologia Celular: A fotossíntese (em espanhol)
Livro de hipertexto: Fotossíntese (em inglês)
Sociedade Internacional para a Pesquisa da Fotossíntese (em inglês)
Fotossíntese para crianças (em espanhol)
Fotossíntese (em espanhol)
Tudo sobre fotossíntese (em espanhol)
Alien explorer: Fotossíntese (em inglês)
Laboratório de Estudos Aplicados à Fotossíntese (em português e inglês)
Tecnologia de Alimentos - Textos informativos: Fotossíntese (em português)
Vegetais BR (em português)
e-Biologia - Portal de biologia (em português)
10 em Tudo - Biologia: Fotossíntese (em português)
Biomania: Fotossíntese (em português)
Botânica: Fotossíntese (em português)

Centelhas tormentosas

Os raios, relâmpagos e trovões são os componentes de uma tempestade elétrica. A visão luminosa de uma descarga cintilante deixa maravilhados os que a vêem à distância, e alimenta mitologias. No entanto, trata-se de uma beleza perigosa. Em um momento qualquer do dia, cerca de duas mil tempestades elétricas podem ocorrer simultaneamente, o que significa que a superfície do planeta é golpeada por uma imensa quantidade de raios. Um site da Internet fala de cem por segundo. Então, não é um fenômeno alheio à existência sobre a Terra, mas é misterioso. Embora em tempos modernos se possa intuir a presença de uma descarga elétrica nessas iluminadas centelhas, poucos conhecem sua origem.

O ponto de partida é uma luta entre forças elementais, que no caso da eletricidade são partículas negativas e positivas. Os raios, que são as descargas, são produzidos no interior das nuvens, entre diferentes nuvens, e mais visivelmente entre as nuvens e a terra. A carga negativa que costuma existir nas nuvens reage com as cargas positivas da superfície terrestre. Primeiro, vem o raio, que é a descarga original da nuvem, e, em seguida, o relâmpago a ilumina na descarga de retorno. Depois chega o som, o trovão.

A exploração do mundo das tempestades elétricas na Internet permite encontrar numerosos sites dedicados a explicar este fenômeno, a mostrar fotos, a investigá-lo desde o espaço, a prevê-lo. Entretanto, são muitos aqueles que tratam dos perigos dos raios. Embora as probabilidades de ser acertado por um sejam muito pequenas, provocam mortes. Nos Estados Unidos, falecem 90 pessoas por ano, mais do que as vítimas de furacões ou tornados. E os sobreviventes, que são a maioria, podem ficar com seqüelas físicas ou emocionais.

A Internet apresenta testemunhos sobre o efeito deste fenômeno e também recomendações para que um raio não nos parta.

Meteoweb: tempestades elétricas (em espanhol)
Os raios: suas características (em espanhol)
O que fazer para que um raio não nos parta? (em espanhol)
USA Today: entendendo os relâmpagos (em inglês)
Nasa: aprender sobre os relâmpagos (em espanhol)
American Scientist: o mistério da eletricidade das nuvens (em inglês)
O relâmpago, um perigo subestimado (em inglês)
Raios, descargas elétricas (em espanhol)
Biblioteca de meteorologia: relâmpago, tempestade, trovão, raio (em espanhol)
Histórias de crianças afetadas por raios (inglês, espanhol, swahili)
Nasa: relâmpagos a partir do espaço (em inglês)
Instituto Astronômico e Geofísico/USP: os relâmpagos (em português)
Departamento de Físida da Universidade Federal do Ceará: a eletricidade das tempestades (em português)
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais: Grupo de Eletricidade Atmosférica (em português e inglês)

Capturas aquáticas

A pesca é uma atividade que acompanha o desenvolvimento da civilização desde seu início. A captura desses recursos foi fundamental para garantir a alimentação dos humanos. Mas também causa impacto severo no meio ambiente do planeta. Atualmente, promove-se a pesca sustentável, a busca de um equilíbrio entre a população das espécies aquáticas e a demanda de seus consumidores humanos. As capturas excessivas ou inescrupulosas são uma fonte constante de desequilíbrios.

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) mantém uma seção especial sobre pesca, onde são abundantes as informações sobre essa atividade, que segundo o último relatório de Estado Mundial, implica a captura de 120 milhões de toneladas anuais, das quais cerca de 30 milhões correspondem a "cultivos", mais conhecidos como aquicultura. Em 1950, o volume mundial de pesca era de 18 milhões de toneladas. O principal país pesqueiro do mundo é a China, responsável por 32% das capturas mundiais, seguida por Japão, Índia, Estados Unidos, Rússia...

Os relatórios sobre a conservação das espécies indicam que apenas entre 25% e 27% delas são exploradas de forma moderada ou insuficiente. Entre 47% e 50% são plenamente exploradas, ao limite máximo, e entre 15% e 19% são superexploradas. Aproximadamente 10% estão esgotadas, ou recuperando-se desse esgotamento. Quais são essas espécies? Em Fishbase, um excelente site da Internet, pode-se ver mais de 25 mil espécies, retratadas em 28 mil fotos. A Internet, certamente, é um bom lugar para informar-se sobre a pesca, uma atividade associada à mitologia humana. Há poderosos diretórios da indústria pesqueira, e, inclusive, um portal que reúne informação sobre o dilema entre consumo e conservação, que é um dilema planetário.

FAO - Pesca (multilíngue)
FAO - Estado Mundial da Pesca e da Aquicultura (em espanhol)
Infopesca: portal latino-americano (em espanhol)
Fishbase (base de dados) (em inglês)
Diretório: serviços de informação sobre pesca (em inglês)
Conferência Mundial sobre a Pesca Responsável (em espanhol)
Portal Onefish (links, projetos, artigos) (em inglês)
Fisheries trust: pesca sustentável (em inglês)

 


 

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Crédito: Freestockphoto.com
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Crédito: US NOAA/freestockphotos.com
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Crédito: Eduardo Sabal
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