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Conferências e
cúpulas da ONU
As conferências e cúpulas
internacionais convocadas pela Organização
das Nações Unidas (ONU) geram uma grande
mobilização em torno de temas de interesse
mundial. Na agenda há duas convocações
de destaque, uma sobre desenvolvimento sustentável
e outra sobre a sociedade da informação.
Esse tipo de reuniões, que convocam um público
muito diverso, desde ativistas de organizações
não-governamentais (ONGs) até governantes,
tiveram seu apogeu nos anos 90, mas continuam no século
XXI: no final de agosto começa a Cúpula
Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável,
em Johannesburgo, e para 2003 foi convocada a Cúpula
Mundial sobre a Sociedade da Informação.
A ONU, que informa sobre alguns
desses encontros em sua página de “conferências
e eventos”, defende a
importância das conferências por sua
capacidade de atrair a atenção para
temas socioeconômicos cruciais, para orientar
políticas nacionais, gerar debates e para a
busca de consenso em torno de temas mundiais, além
de estabelecer metas que os governos se comprometam
a cumprir. As principais críticas a esse tipo
de encontros referem-se ao não-cumprimento
de promessas e à escassez de compromissos.
As conferências têm
seus ritos: são precedidas por um processo
preparatório, que busca o consenso entre os
governos, no qual também participam ativamente
as ONGs; implicam a apresentação de
uma grande quantidade de documentos e uma forte organização
logística para receber milhares de participantes.
Ao terminarem, os governos subscrevem declarações
políticas e planos de ação.
Em 1990, houve uma cúpula
famosa sobre a questão da infância:
presentes 71 chefes de Estado e de governo, um número
sem precedentes. Da Cúpula
da Terra, do Rio de Janeiro, em 1992, participaram
108 governantes e delegações de 170
países. Os resultados desse encontro serão
analisados na Cúpula de Johannesburgo, conhecida
como Rio+10. Uma década depois, o balanço
não é animador, porque muitos dos compromissos
assumidos pelos governos não foram cumpridos.
Porém, há os que
argumentam positivamente: a Cúpula realizada
há dez anos colocou na mesa um conceito que,
desde então, vem permeando os debates sobre
o futuro de nossa sociedade, o do desenvolvimento
sustentável. Na realidade, as dúvidas
maiores giram em torno dos resultados da própria
Cúpula Rio+10, pois o processo preparatório
não atingiu o consenso esperado. Na Internet
pode-se encontrar informação sobre estas
conferências, incluindo
listas das convocações feitas nos
últimos anos e resumos
dos resultados dessas reuniões.
ONU:
conferências e eventos (em espanhol)
Conferências
da ONU: o que se conseguiu? (em espanhol)
Conferências
mundiais 2002-2003 (em espanhol)
Cepal:
sistema de informação sobre cúpulas
e conferências (em espanhol)
Principais
cúpulas e conferências realizadas pelas
Nações Unidas (em espanhol)
Ficha:
Cúpula da Infância (em espanhol)
Ficha:
Cúpula da Terra (em inglês)
Cúpula
Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável
(em inglês)
Cúpula Mundial
sobre a Sociedade da Informação
(em inglês)
Isis:
conferências internacionais (em espanhol)
Dengue
A dengue transformou-se nos últimos
anos em um problema de saúde para as regiões
tropicais da América Latina. Mas esta enfermidade,
provocada por quatro tipos de vírus transmitidos
por um mosquito, é conhecida há séculos.
Os vírus, conhecidos como DEN-1, DEN-2, DEN-3
e DEN-4, podem provocar diversas manifestações
da doença ou de sua forma mais grave, a dengue
hemorrágica, que pode ser mortal. A Organização
Pan-Americana de Saúde (OPS) realizou intensa
operação para cooperar com os países
no combate a esta epidemia, que na Internet tem como
centro de operações um site
especialmente dedicado ao tema, onde estão
informações sobre as características
desta enfermidade e sobre sua presença na região.
De acordo com uma relação
histórica sobre a presença da dengue
nas Américas incluída no site da OPS,
esta doença pode ter se manifestado pela primeira
vez em 1635, na Martinica e em Guadalupe. No século
XVIII foram registradas epidemias nos Estados Unidos,
Ásia e África, e posteriormente no Peru.
O ressurgimento da dengue, que nos últimos
anos atingiu países latino-americanos como
Brasil,
Venezuela, Colômbia e mais recentemente El Salvador
e Honduras, está diretamente relacionado com
a proliferação do veículo transmissor
do vírus,
o mosquito Aedes aegypti.
Trata-se de um mosquito que se
move comodamente pelo meio urbano, e sua presença
é fortalecida por fenômenos como o crescimento
das áreas metropolitanas e a deterioração
das condições sanitárias. As
campanhas contra a dengue têm como ponto de
partida o ataque ao vetor, neste caso o Aedes aegypti.
Segundo números da Organização
Mundial da Saúde (OMS), a presença
da dengue cresceu de forma dramática nas últimas
décadas, e agora se trata de uma enfermidade
endêmica em mais de cem países, o que
coloca em risco cerca de 2,5 milhões de pessoas.
Em 2001, houve mais de 609 mil casos comunicados na
região das Américas. A Internet
oferece abundante informação
sobre a dengue, desde sites com perguntas e respostas,
onde são explicados os principais sintomas
e tratamentos da doença, até os que
agrupam
especialistas em saúde dedicados à
combatê-la.
Organização
Pan-Americana de Saúde: página sobre
dengue (em espanhol)
OPS:
história da dengue nas Américas desde
o século XVIII (em inglês)
Organização
Mundial da Saúde: dengue (em inglês)
OMS:
DengueNet (em inglês)
Centros
para Controle e Prevenção de Enfermidades
dos Estados Unidos (CDC): página sobre dengue
(em inglês, versão em espanhol)
Imagem
microscópica: vírus da dengue (em
inglês)
Ministério
da Saúde do Brasil/Vigilância Epidemiológica:
dengue (em português)
Yahoo
Brasil: dengue (em português)
Aspectos
clínicos da dengue (em espanhol)
Uma xícara de chá
O chá
é uma planta de origem chinesa cuja infusão
fornece a bebida mais consumida no mundo, presente
desde o distante oriente até a América
Latina. Sua existência foi notada pela primeira
vez pelos humanos há quase cinco mil anos.
Todas as histórias
do chá que encontramos na Internet citam como
origem a lenda do imperador chinês Shen Nung,
ligado à botânica e ao consumo de infusões,
que a descobriu casualmente quando se protegeu à
sombra de uma planta.
Além das especulações,
a China é considerada como a origem
desta infusão, cujo consumo se espalhou a outros
países dessa região pelas mãos
de mercadores e monges, dando início a uma
verdadeira conquista do planeta. Segundo um site onde
são respondidas "perguntas
freqüentes" sobre o chá, existem
atualmente cerca de três mil variedades de preparações
para a infusão, embora os verdadeiros chás
tenham sempre um ponto de partida: as folhas da Camellia
sinensis, que é seu nome científico.
O chá se divide em três
variedades, segundo o grau de fermentação
das folhas: verde, negro e oolong. Grande parte do
chá consumido no ocidente é negro. Além
do tratamento das folhas, há variedades de
chá que são reconhecidas por sua procedência,
que quando é sinônimo de qualidade implica
sabores, aromas e atributos muito apreciados pelos
conhecedores dessa bebida. Mais de trinta
nações da Ásia, África,
América e Oceania figuram como produtores em
um site que detalha suas participações
em um mercado muito intenso, que deu origem a instituições
como o Conselho
do Chá, do qual participam alguns dos principais
exportadores.
Portal
do Chá (em inglês)
História
do chá (em espanhol)
As
origens do chá (em inglês)
A
planta do chá e sua elaboração
(em espanhol)
Chá
do mundo (em inglês)
O
Conselho do Chá (em inglês)
História,
variedades, preparação (em espanhol)
Mundo
do chá (em inglês)
Perguntas
freqüentes sobre o chá (em inglês)
Países
produtores de chá (em inglês)
Descobertas
científicas sobre o chá (em português)
O
Site do Chá (em português)
História
dos Chás (em português)
Chás
para amenizar a vida (em português)
Ervas
e chás que curam (em português)
Cerimônia
do Chá (em português)
Manguezais
Os
manguezais povoam a costa de muitas zonas tropicais
e subtropicais do mundo como coluna vertebral de um
ecossistema que sustenta uma imensa biodiversidade.
Porém, seu futuro está ameaçado
pelo desmatamento e degradação de seu
hábitat. Os manguezais são florestas
compostas de árvores chamadas mangues, cuja
informação na Internet também
é encontrada pela palavra em inglês "mangroves".
Devido ao seu desenvolvimento em zonas com abundância
de água, o ecossistema
gerado por estas florestas é conhecido como
terras úmidas. De acordo com o site onde se
explica a taxonomia
destas árvores, há cerca de cem espécies
com a denominação de "mangue",
todas pertencentes a famílias de plantas vasculares.
Resistentes ao sal, os mangues
habitam as margens do mar, em zonas de estuário.
As árvores, que têm uma lenha muito apreciada,
costumam ter parte de seus troncos e suas raízes
sob a água. As árvores produzem nutrientes
que permitem o florescimento de grande quantidade
da vida aquática, terrestre e aérea.
A perda do ecossistema provoca redução
da biodiversidade, causa erosão na costa e
afeta a qualidade das águas, segundo alertam
organizações que promovem a conservação
dos manguezais e seu uso sustentável.
Na Internet, algumas destas organizações
realizam intensas campanhas para salvar os manguezais.
No site do Mangrove
Action Project conta-se que em uma época
três quartos das costas tropicais e subtropicais
estavam povoadas por manguezais. Hoje, resta menos
da metade, e a metade do que resta está ameaçada.
A perda do hábitat, a contaminação
das águas, a exploração abusiva
e o corte para realizar projetos de desenvolvimento
afetam os manguezais. Uma das atividades produtivas
que atualmente causa grandes danos a essas florestas
é a criação de camarão,
segundo os defensores de sua conservação.
Há manguezais em todo o mundo? Um documento
encontrado no site
da Organização das Nações
Unidas para a Agricultura e a Alimentação
(FAO) explica que cobrem cerca de 181 mil quilômetros
quadrados, em uma centena de países.
Ecossistemas
de manguezais (em espanhol)
Os
manguezais (em espanhol)
Mangrove
Action Project (em inglês)
Uso
sustentável de manguezais na América
Central (em espanhol)
As
crianças pintam os manguezais (em inglês)
Wetlands
and rainforests: Manguezais / Mangroves (em inglês)
Fao.org:
informações sobre manguezais (en
inglés)
Taxonomia
dos mangues (em inglês)
Red
Manglar (em espanhol)
Alerta
Mangue! (em português)
Mangues
de Santa Catarina (em português)
Manguezais
do Ceará (em português)
Manguezais
(em português)
Manguezais
- Berçário da Vida (em português)
Manguezal
(em português)
Importância
dos Manguezais (em português)
Ambiente
marinho e manguezais (em português)
Manguezais
(em português)
Conhecendo
um pouco sobre manguezais (em português)
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