Va al Ejemplar actual
PNUMAPNUD
Edición Impresa
MEDIOAMBIENTE Y DESARROLLO
 
Inter Press Service
Buscar Archivo de ejemplares Audio
 
  Home Page
  Ejemplar actual
  Reportajes
  Análisis
  Acentos
  Ecobreves
  Libros
  Galería
  Ediciones especiales
  Gente de Tierramérica
                Grandes
              Plumas
   Diálogos
 
Protocolo de Kyoto
 
Especial de Mesoamérica
 
Especial de Agua de Tierramérica
  ¿Quiénes somos?
 
Galería de fotos
  Inter Press Service
Principal fuente de información
sobre temas globales de seguridad humana
  PNUD
Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo
  PNUMA
Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente
 
Ecobreves

 
 

ARGENTINA: Turismo beneficia parques nacionais

BUENOS AIRES.- O aumento de quase 50% da atividade turística na Argentina em 2002 permitiu aumentar a arrecadação dos parques nacionais e das áreas protegidas, que agora contam com mais recursos para infra-estrutura e tarefas de conservação.

A Administração Nacional de Parques Nacionais informa que o movimento de visitantes foi um marco na arrecadação. O dinheiro obtido com a venda de entradas em parques nacionais aumentou 18,5% entre janeiro e dezembro do ano passado.

Essa renda, que até 2001 cobria 50% dos gastos de manutenção, em 2002 representou 75% do orçamento, permitindo construir mirantes, caminhos e edificações, instalar salas de primeiros-socorros e empregar mais pessoal. Na Argentina existem cerca de 30 parques nacionais.

 
 

PERU: Estudo sobre o impacto da mineração

LIMA.- O governo regional de Pasco, na serra central do Peru, convocou organizações ambientalistas e representantes dos ministérios da Saúde e de Minas a integrarem uma comissão que estude o impacto da mineração no meio ambiente e na saúde e que proponha normas a respeito.

Pasco é uma região eminentemente mineira do Altiplano, com escassa agricultura e gado de lã, afetada pela contaminação ambiental provocada pela mineração. Uma gigante exploração a céu aberto divide em dois a cidade de Cerro de Pasco, capital da região.

Dois de seus distritos, Champamarca e Yanachancha, estão cercados por montes de escória mineral acumulada durante décadas. A evaporação de parte das precipitações que caem sobre eles geram o fenômeno da chuva ácida. Além disso, a água da chuva que se infiltra no solo contamina com óxidos ferrosos e ácidos os rios San Juan e Mantaro.

 
 

COLÔMBIA: Escassez de água

BOGOTÁ.- As águas dos principais rios da Colômbia estão entre 25% e 30% abaixo da média, devido à falta de chuva no atual verão austral, informou o Instituto de Estudos Meteorológicos. Os efeitos começam a ser sentidos nos aquedutos do norte do país, onde foram estabelecidos programas de racionamento de água.

A central hidrelétrica de Urrá registra os níveis de água mais baixos dos últimos três anos, e se vê obrigada a comprar eletricidade para dar conta de seu serviço.

A central necessita que o Rio Sinú forneça 350 metros cúbicos de água por segundo, mas só está recebendo entre 45 e 50 metros cúbicos, informou o presidente da empresa, Alfredo Solano.

 
 

MÉXICO: Borboleta monarca continua em perigo

MÉXICO.- A borboleta monarca ainda corre perigo devido ao corte ilegal de floresta onde procria, advertiu o escritor e ecologista Homero Aridjis, após o anúncio de que a população dessa espécie este ano deu sinais de recuperação.

Em 2002, morreram milhões de exemplares por causa de uma intensa onda de frio ou à progressiva redução de florestas. Entretanto, em janeiro último, a população de monarcas chegou a uma quantidade semelhante à de 1993 no México, segundo o Fundo Mundial para a Natureza.

As autoridades não têm uma política clara e firme contra o desmatamento, o que faz com que a monarca continue ameaçada, disse Aridjis, presidente do ambientalista Grupo dos Cem e um dos maiores conhecedores dessa espécie no México. Nas últimas três décadas, perdeu-se 44% de áreas de floresta onde chega essa espécie, que todos os finais de ano migra viajando cinco mil quilômetros, dos lagos do Canadá e Estados Unidos para o Sul.

 
 

NICARÁGUA: Polêmica criação de tilápia


MANÁGUA.- Autoridades da Nicarágua iniciaram em municípios do centro do país um programa-piloto para a criação de tilápia, um peixe procedente da África, cuja presença em rios e lagos pode ter efeitos daninhos no meio ambiente, segundo ecologistas. O peixe foi introduzido em países da América Latina devido à sua capacidade de adaptação a zonas tropicais e fácil proliferação.

O especialista do Centro de Pesquisa em Recursos Aquáticos, Salvador Montenegro, disse ao Terramérica que a tilápia “é uma mancha pequena mas cancerosa. Introduzi-lo em grandes lagos como o Cocibolca representa um perigo, pois se alimenta de vísceras de animais, restos de cozinha, concentrados e esterco animal, e produz grandes quantidades de excremento que causam danos à água”. Os ambientalistas recomendam sua reprodução controlada em tanques.

Segundo números oficiais, a tilápia já faz parte da dieta familiar e das exportações. Em 2000, a Nicarágua recebeu US$ 207 mil com a exportação da tilápia, embora no ano seguinte a renda tenha caído para cerca de US$ 64 mil.

 
 

GUATEMALA: Perfil ambiental

GUATEMALA.- A Guatemala contará no final deste ano com o primeiro perfil ambiental integral, com informação sobre o uso da terra, florestas, biodiversidade, água, recursos marinhos e costeiros, clima e atmosfera, lixo sólido, recursos naturais não renováveis e energia.

A iniciativa, concebida em setembro de 2002 por uma universidade privada, pretende analisar “os impactos econômicos reais causados pela deterioração ambiental, como a passagem do furacão Mitch, em outubro de 1998, e o estado do entorno frente à incidência da pobreza”, disse ao Terramérica o responsável pelo projeto, Claudio Cabrera.

O primeiro relatório será publicado em dezembro de 2003. A partir de então, serão divulgados relatórios atualizados a cada dois anos, por parte do Instituto de Incidência Ambiental da Universidade Rafael Landívar. O plano de cinco anos conta com investimento de US$ 260 mil para os primeiros 12 meses, bancado por instituições da Holanda.

 
 

COSTA RICA: Reforço de áreas protegidas

SAN JOSÉ.- O governo da Costa Rica espera que os países da América Central aproveitem a oportunidade da próxima reunião de ministros de Meio Ambiente da região, marcada para Manágua, entre 10 e 14 de março, para assumir compromissos em matéria de manejo de áreas protegidas.

A Costa Rica espera, ainda, que o encontro reforce a responsabilidade e o compromisso dos governos na declaração e conservação de áreas protegidas, afirmou ao Terramérica uma porta-voz do Ministério de Meio Ambiente e Energia.

O encontro, no contexto do Primeiro Congresso Mesoamericano de Áreas Protegidas, analisará a situação nos sete países da América Central e em quatro Estados do sudeste do México. Nessa região, conhecida como Mesoamérica, existem 597 áreas com diferentes categorias de manejo para sua preservação, que incluem mais de 164 mil quilômetros quadrados, ou 22,4% da superfície regional terrestre.

 



* Fonte: Inter Press Service.


Copyright © 2001 Tierramérica. Todos los Derechos Reservados