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Mesopotâmia
Na Mesopotâmia, que significa
“terra entre rios”, floresceram as primeiras
civilizações humanas. Milhares de anos
depois, esse território é conhecido
pelo nome de Iraque, um lugar onde os ecos da guerra
ameaçam os vestígios de uma história
milenar. A história da Mesopotâmia
tornou-se um tema atual depois da divulgação
de notícias, muitas pela televisão,
sobre a destruição e o saque de sítios
arqueológicos e coleções históricas,
incluindo as do Museu Nacional iraquiano, em Bagdá.
Desde o início do conflito,
a Organização
das Nações Unidas para a Educação,
a Ciência e a Cultura (Unesco) alertou para
a necessidade de se proteger de forma especial o patrimônio
histórico do Iraque, mas tudo parece indicar
que a história não era uma prioridade
neste conflito moderno. Na própria Unesco destaca-se
qual é a importância dos vestígios
históricos da Mesopotâmia: foi uma cunha
de civilizações de grande relevância
que representaram a transição da pré-história
para a história da humanidade.
A geografia
da Mesopotâmia foi determinante para que
se produzisse o surgimento das primeiras culturas
nessa região, cerca de nove mil anos antes
de Cristo. Os rios Tigre e Eufrates, que circundam
o território, ofereceram condições
ótimas para um desenvolvimento capaz de mudar
o curso da história: a agricultura. “A
chegada da agricultura às férteis planícies
da Mesopotâmia começou a transformar
a, até então, selvagem, errante ou nômade
sociedade humana na primeira sociedade sedentária
e civilizada”, lembra o site “Presos
nos mundos do passado”.
A partir de aproximadamente 3500
anos antes de Cristo começaram a deixar seus
rastros na Mesopotâmia sumérios,
acádios, assírios e babilônicos.
E sabemos que nessa região se conheceu a escrita,
a matemática, a roda, a arquitetura, a astronomia,
o dinheiro, a irrigação artificial e
as leis. E, ainda, que floresceram em diversas épocas
cidades-Estado. E, naturalmente, que há milhares
de anos é cenário de guerras. Os nomes
de cidades como Ur ou Nippur, de heróis lendários
como Gilgamesh, do Código
de Hammurabi, dos espantosos edifícios
conhecidos com zigurats, provêm da Mesopotâmia
antiga.
Episódios míticos
como os do dilúvio ou a perda dos idiomas na
Torre de Babel tiveram por cenário essa região.
“Este amplo legado cultural foi a base das civilizações
seguintes, Grécia e Roma, e também do
que somos atualmente”, lembra o site
educativo de Icarito. Na Internet há inúmeras
informações sobre a Mesopotâmia
antiga, desde livros transcritos a coleções
de fotos e quadros, ou ensaios sobre sua história.
O ponto de partida pode ser uma
boa coleção de links para usar o
ciberespaço como ponte para o passado...
Unesco:
Iraque (inglês)
Mesopotâmia
- Presos nos mundos do passado (espanhol)
Recursos
da Internet sobre a antigüidade: Mesopotâmia
(inglês)
Mesopotâmia
- História (educativo, espanhol)
A
web do império sumério (espanhol)
Mesopotâmia:
Cronologia da história (inglês)
Mesopotâmia:
Links da Internet para páginas sobre sua história
(inglês)
O
código de Hammurabi (espanhol)
O
código de Hammurabi: contexto histórico
e geográfico (portal, português)
Mesopotâmia
antiga: dados básicos (inglês)
A
Mesopotâmia (português)
Cenas
da Mesopotâmia (português)
Babilônia
- Brasil (português)
Gazeta
Mesopotâmica (português)
Introdução
à Arte Mesopotâmica (português)
Mitologia
Mesopotâmica (português)
Pneumonia atípica
O surto de pneumonia atípica,
cujos primeiros casos foram detectados na Ásia,
converteu-se, em poucas semanas, em notícia
que gera manchetes em todo o mundo, talvez por ser
muito contagiosa, misteriosa, capaz de causar a morte
e, além disso, pode viajar de avião.
A doença é conhecida tecnicamente como
Síndrome Respiratória Aguda e Severa
(SRAS), embora também costume aparecer com
sua sigla em inglês, SARS, ou como SRAG, sigla
de Síndrome Respiratória Aguda Grave,
terminologia
usada pela Organização Panamericana
da Saúde (OPS).
“Trata-se de uma pneumonia
atípica de etiologia desconhecida, identificada
no final de fevereiro de 2003”, diz
o site especial criado pela Organização
Mundial da Saúde (OMS) sobre SRAS, provavelmente
o principal centro de informação sobre
o tema na Internet. A OMS coordena os esforços
para dar apoio epidemiológico, clínico
e logístico aos países que solicitarem,
segundo afirma o site. Uma missão da OMS viajou
este mês para a China a fim de investigar a
origem dessa pneumonia atípica, que em poucas
semanas acumulou registros de casos em diversos lugares
do mundo, embora a maioria concentrada na Ásia.
Na Internet foi possível
notar logo os efeitos desse surto de pneumonia atípica
e do alerta lançado pela OMS. Os sites com
informação sobre a SRAS proliferaram
através da rede, como
demonstra este diretório de links preparado
no Canadá, um dos países onde foram
detectados vários casos da doença. O
potencial de transmissão é alto.
A OPS pediu aos países americanos para estarem
alertas. “Temos que fortalecer nossa vigilância
epidemiológica, manter o fluxo da informação
e pedir aos nossos países que estejam alertas
e informem imediatamente qualquer caso suspeito”,
afirmou o diretor-adjunto da organização,
David Brandling-Benett.
“Os pacientes com SRAS
podem transmitir a doença a pessoas com quem
têm contato próximo, em casa ou o pessoal
médico. Não se sabe quanto tempo antes
ou depois do aparecimento dos sintomas o paciente
com SRAS pode transmitir a doença a outras
pessoas”, alertou o Centro
de Controle de Enfermidades dos EUA.
Um site especial do Governo
de Hong Kong, uma das regiões onde foram
registrados mais casos, pede aos seus cidadãos
que adotem medidas especiais, como o uso de máscara
cirúrgica. Entretanto, a notícia gerou
interesse dos meios de comunicação durante
semanas. O The
NewYork Times tem uma espécie de seção
especial sobre o assunto. O Yahoo!
em Espanhol tem uma cobertura que diariamente
registra novas manchetes da imprensa em espanhol.
E uma busca
de notícias no Google indicou, um dia qualquer,
cerca de 50 mil resultados sobre a doença.
OMS:
SARS (inglês)
SARS:
recursos de informação na Internet
(inglês)
OPS:
Síndrome Respiratória Aguda e Grave
(espanhol)
OPS
adverte sobre pneumonia (espanhol)
CDC
dos Estados Unidos.: Guia temporal de precauções
(espanhol)
Yahoo!
em espanhol: Pneumonia atípica
The
New York Times: Especial sobre SARS (inglês,
requer inscrição gratuita)
Google
Notícias: SARS (inglês)
Serviço
de vigilância epidemiológica espanhol:
Sintomas e tratamento de SRAS (espanhol)
Governo
de Hong Kong: Pneumonia atípica (inglês)
Centro
de Informação em Saúde para Viajantes:
Síndrome Respiratória Aguda Grave (português)
Paciente
On Line: O que é a SARS? (português)
Emergência humanitária
A guerra no Iraque provoca uma
emergência humanitária que afeta 27 milhões
de pessoas. O conflito tem evidentes repercussões
sobre uma população civil assediada
por problemas de saúde, alimentação,
água ou abrigo, quando não é
atingida por bombas ou balas. Essa crise humanitária
gera uma mobilização internacional em
busca de apoio e recursos para lançar operações
que permitam aliviar seus efeitos.
A Organização
das Nações Unidas (ONU) já
advertiu, ao iniciar uma ofensiva em favor da população
civil iraquiana, que serão necessários,
pelo menos, US$ 2,2 bilhões para amenizar a
emergência. Dessa quantia, cerca de US$ 1,3
bilhões seriam destinados a uma gigantesca
operação de fornecimento de víveres
encabeçada pelo Programa Mundial de Alimentos
(PMA, ou WFP na sigla em inglês). Em
sua página web sobre a guerra no Iraque o PMA
alerta: “Esta pode converter-se na maior operação
humanitária da história”.
O alarme gerado pelas dimensões
que pode alcançar a emergência humanitária
tem seqüelas visíveis na Internet, onde
agências especializadas da ONU, organizações
internacionais e uma verdadeira avalanche de informações
jornalísticas abordam o tema e dão detalhes
sobre suas características e alcance. O site
do Centro
de Informação Humanitária
sobre o Iraque recopila parte desta informação,
enquanto no diretório do Yahoo! é possível
encontrar uma seção especial com links
para páginas de organizações
dedicadas ao assunto.
O escritório do Alto
Comissariado das Nações Unidas para
os Refugiados (Acnur) tem uma operação
especial em países vizinhos, à espera
de cerca de 600 mil pessoas que podem deixar o Iraque
por causa desta guerra. Por sua vez, o Fundo
das Nações Unidas para a Infância
(Unicef) também lançou um alerta
ao mundo: “As crianças do Iraque são
atingidas pela guerra pela terceira vez em 20 anos”.
Quase a metade dos habitantes desse país tem
menos de 20 anos, e serão necessários
pelo menos US$ 166 milhões para poder oferecer-lhes
ajuda.
O Unicef informa em sua página
sobre o Iraque que tem 200 pessoas trabalhando
nesse país em guerra. A Organização
Mundial da Saúde (OMS) também tem
uma seção especial sobre o Iraque na
qual anuncia que são necessários recursos
superiores a US$ 300 milhões para enfrentar
as conseqüências da guerra para a saúde
das pessoas.
Na Internet também é
possível encontrar informação
da Cruz
Vermelha Internacional, que também adverte
sobre a necessidade de respeitar os acordos internacionais
no tratamento de prisioneiros de guerra, e da Human
Rights Watch, que expressa sua preocupação
pelas violações dos direitos humanos
como conseqüência do conflito bélico.
ONU:
Iraque (inglês, francês, árabe)
Programa
Mundial de Alimentos: crise no Iraque (inglês)
Acnur:
Emergência no Iraque (inglês)
Acnur:
página em espanhol sobre o Iraque
Unicef:
Iraque (inglês)
OMS:
a situação no Iraque (inglês,
espanhol, francês)
Iraque:
Centro de Informação Humanitária
(inglês)
Comitê
Internacional da Cruz Vermelha: Guerra no Iraque
(espanhol)
Human
Rights Watch: Iraque (inglês)
Yahoo!:
Iraque: Ajuda humanitária (diretório
de sites)
O
trabalho do UNICEF no Iraque (português)
Anistia
Internacional: As Pessoas em Primeiro Lugar (português)
Os maias
A civilização maia
iluminou por mais de três mil anos grande parte
da atual Mesoamérica, que ainda é habitada
por seus descendentes. Os vestígios, as conquistas
e os mistérios que deixaram como legado também
podem ser explorados via Internet. Uma grande quantidade
de sites em diversos idiomas dedica-se a explorar
esta civilização e seus incríveis
rastros. A categoria de Cultura
Maia no buscador do Yahoo! tem cerca de 60 sugestões
de sites, incluindo alguns projetos de arqueologia
oferecidos aos interessados em participar de suas
escavações.
“Da esplêndida paisagem
surgiu uma civilização altamente desenvolvida
que floresceu enquanto a Europa se encontrava submersa
no obscurantismo”, lembra o portal
do Mundo Maya. No site Uma
Luz nas Selvas da Mesoamérica afirma-se
que “a base do pensamento maia concretizou-se
em harmonia: criatividade e receptividade, céu
e terra, vida e morte, dia e noite, masculino e feminino,
bem e mal”.
Os maias tiveram um desenvolvimento
da arquitetura
que lhes permitiu construir grandes edificações
como parte de cidades
no meio da selva. As construções sobreviveram
através de três séculos e inclusive
milênios, e atualmente são fonte constante
de admiração.
Os arqueólogos também
descobriram a capacidade matemática dos maias,
um calendário
de grande precisão, detalhes sobre sua
organização política em cidades-Estado
e detalhes de sua vida cotidiana, incluindo os jogos.
Algumas dessas descobertas são explicadas no
site Coelho na
Lua, em inglês. Ainda não se sabe
tudo sobre os maias, grande parte de seu legado foi
destruída depois da chegada dos europeus ao
novo mundo.
Sua história
está cercada de mistérios. Por que os
povos que habitavam essa região mesoamericana
conseguiram esse desenvolvimento? O que causou o fim
de uma civilização tão desenvolvida?
Essa civilização inclui o extremo sudeste
do México, os territórios da Guatemala
e Belize e o ocidente de Honduras e El Salvador. Nessas
regiões ainda vivem cerca de 4,5 mil descendentes
dos maias, que falam línguas herdadas do passado.
E se trata de uma região que recebe legiões
de turistas.
A maioria interessada em explorar o legado dos maias.
Portal
do Mundo Maya (espanhol)
Portal Coelho na
Lua: hieróglifos, calendário, cultura,
jogos, links, arquitetura, idiomas dos maias (inglês)
Arquitetura
maia (espanhol, inglês, francês)
Os maias,
uma luz nas selvas da Mesoamérica (espanhol)
O calendário
maia (espanhol e inglês)
História
dos maias (espanhol)
Ruínas maias:
fotos e textos (inglês)
Cidades
dos antigos maias (inglês)
elmundomaya.com:
portal turístico (espanhol)
Yahoo!:
Cultura maia (inglês)
Maias,
incas e astecas – As civilizações
pré-colombianas (português)
HistoriaNet:
Maias, Astecas e Incas (português)
Iraque
O território do Iraque
é palco de uma guerra anunciada durante meses.
As bombas ressoam uma vez mais em um país do
Oriente Médio, que tem uma história
tão antiga quanto a própria humanidade.
Na Internet é possível encontrar toda
a informação necessária para
conhecer as características desse país
de 437 mil quilômetros quadrados que faz limite
com Kuwait, Irã, Turquia, Síria, Arábia
Saudita e Jordânia.
“Os iraquianos são,
em sua maioria, árabes. No norte do país
há uma importante minoria curda (20%)”,
descreve o capítulo dedicado a esse país
no Guia
do Mundo. Neste site também consta o nome
oficial desse nação, que é Al-Jumhouriya
al-Iraqiya. A história
começou a ser escrita nesse território,
há milênios. Cerca de quatro mil anos
antes de Cristo, os sumérios habitaram esse
lugar, e ali também floresceram babilônios
e assírios. No centro do Iraque está
a famosa região da Mesopotâmia, entre
os rios Tigre e Eufrates.
A história moderna do
Iraque começou depois da I Guerra Mundial,
quando esse país foi praticamente construído
pelas potências vencedoras. Nesse momento foi
concebido como um reino, sob tutela britânica.
Em 1958, uma revolta destronou a monarquia e, em 1968,
acontece o movimento que levou ao poder o atual partido
governante, o Baath. Saddam Hussein foi eleito presidente
em 1979.
Um site da Agência
Central de Inteligência dos Estados Unidos
(CIA) lembra que o clima é “principalmente
desértico”, com inverno fresco e verão
seco, caloroso e claro. Também afirma que conta
com recursos como petróleo e gás natural
e que sua localização é estratégica.
O Iraque protagonizou uma longa guerra contra o Irã
na década de 80 e já foi cenário
de outro conflito, que teve como principal oponente
os Estados Unidos, a Guerra do Golfo de 1991.
A busca de informação
na Internet pode começar pela Organização
das Nações Unidas (ONU), onde além
de informações sobre o país há
detalhes das resoluções desse organismo
sobre esse país e das inspeções
em busca de armas. A Internet também é
útil para entender a geografia
do Iraque, a posição do governo
desse país apresentada na ONU, os detalhes
do conflito recém-iniciado. E, naturalmente,
é uma das principais fontes de informações
sobre esta guerra.
ONU/CINU:
a questão do Iraque (em espanhol)
Missão
do Iraque na ONU (em inglês)
Guia
do Mundo: Iraque (em espanhol)
Aproximação
histórica (em espanhol)
BBC:
radiografia do Iraque (em espanhol)
O
Tempo: Iraque: História (em espanhol)
Atlas:
Iraque (em espanhol)
Inter
Press Service: objetivo Iraque (em espanhol)
Livro
de dados da CIA: Iraque (em inglês)
Conecte-se:
partes de guerra (em português)
Países
árabes: Iraque (em português)
GeoVol:
Iraque (em português)
Bandeiras
e hinos dos países do mundo (em português)
Portal
Brasil: Iraque (em português)
Minas antipessoais
As minas terrestres antipessoais
são artefatos mortais que estão à
espreita de suas vítimas, protegidas pela invisibilidade.
A cada ano milhares de inocentes são vítimas
destas “armas convencionais” cuja capacidade
letal não diminui com o fim das guerras. E,
embora haja uma forte campanha internacional para
eliminá-las, o problema persiste. Na Internet
há um grande número de fontes de informação
sobre essas minas e seus efeitos.
Um dos sites, o especial da Organização
das Nações Unidas para a Infância
(Unicef), The
Silent Shout (grito silencioso) explica em números
a natureza do problema: em 68 países do mundo
há 115 milhões dessas armas semeadas
na terra. Uma vez colocadas, podem estar ativas por
décadas. Segundo esses dados, cerca de cem
milhões de minas poderiam estar armazenadas
e 2,5 milhões são colocadas a cada ano.
A colocação de
minas inutiliza a terra e dificulta os processos de
pacificação. Além disso, causam
mortes ou ferimentos em cerca de duas mil pessoas
por mês. Destas, de 30% a 40% são crianças.
O Unicef estima que haja uma mina para cada 12 crianças
no mundo. Uma mina pode ser fabricada por US$ 3, dizem
nesse site do Unicef, e para eliminá-la devem
ser investidos US$ 1 mil.
“Basicamente, uma mina
é uma peça oca com carga em seu interior
e um dispositivo de disparo. De forma heterodoxa,
poderia ser definida como uma caixa que contém
explosivo e explode sob a pressão de determinado
peso”, lembra o site Inimigos
Invisíveis, Campos da Morte” que
explica as características desse artefato.
O problema das minas é
grande, e isso levou à assinatura de uma Convenção
sobre a Proibição, Armazenamento, Produção
e Transferência de Minas Antipessoais e sobre
sua Destruição, que segundo informação
disponível na Internet tinha, até janeiro
de 2002, 146 signatários e 31 ratificações.
Este documento compromete seus Estados-membros a não
usar minas antipessoais e eliminar ou garantir a eliminação
de todas as existentes.
“Os Estados que já
adotaram esta Convenção têm duas
datas para respeitar: no mais tardar no final de 2003,
a maioria dos Estados têm de ter destruído
todas suas reservas de minas antipessoais, e, no mais
tardar no final de 2009, devem ter limpado as zonas
minadas de seus territórios, recorda o site
Cruz Vermelha
Internacional. A principal fonte de informação
sobre a crise humanitária provocada pela colocação
indiscriminada de minas antipessoais é o site
da Campanha Internacional
para a Proibição das Minas.
Campanha
Internacional para a Proibição das Minas
(inglês e outros idiomas)
Tratado
para a Proibição das Minas Antipessoais
(vários idiomas, links)
Ratificação
do Tratado
Comitê
Internacional da Cruz Vermelha (espanhol)
Conselho
Mundial de Igrejas: a campanha contra as minas
(espanhol)
Unicef:
The Silent Shout (inglês)
Unicef:
minas antipessoais (espanhol)
Minas
antipessoais na Nicarágua (espanhol)
Minas
fatais: o inimigo invisível (espanhol)
Inimigos
invisíveis, campos da morte: as minas antipessoais
(espanhol)
As
Minas Terrestres (português)
A
seca
Quando mencionamos a palavra
seca evocamos de imediato sua causa principal: trata-se
de falta de água. E as conseqüências
desta manifestação da natureza podem
ser devastadoras para as áreas ambiental, econômica
e social. “A seca é uma das causas fundamentais
de desastres em nível mundial”, alerta
o site “Visão
da seca na Mesoamérica e no Caribe espanhol”,
onde também comentam que durante os últimos
30 anos foi registrado aumento da freqüência
e intensidade deste fenômeno na região
caribenha. A detecção e alerta com antecedência
da seca é uma prioridade, afirmam os sites.
A seca “se origina da deficiência
na precipitação sobre um período
longo”, afirmam no site “Bases
para o planejamento de uma seca”. E afirmam
que pode-se entender como “uma propriedade normal
e comum do clima”, cujo impacto provém
da inter-relação entre o evento natural
e a demanda no fornecimento de água. No site
da Administração Nacional Oceânica
e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) é
explicado que a seca pode ser qualificada de quatro
maneiras: meteorológica, quando a precipitação
é inferior ao normal para um lugar específico;
agrícola, quando a umidade dos solos não
atende as necessidades para se obter um cultivo; hidráulica,
quando as reservas superficiais e subterrâneas
estão abaixo do normal, e socioeconômicas,
quando a escassez de água afeta as pessoas.
“Historicamente, a seca
pode ser considerada como acontecimento natural de
enorme importância, já que por sua causa
populações são dizimadas pela
fome, ocorrem movimentos migratórios em massa
e acontecem gravíssimas crises econômicas,
sociais e políticas”, lembra um site
sobre as
secas na Espanha. As secas também podem
ser originadas por fenômenos climáticos
especiais, com acontece com o El
Niño, ao qual se atribui a responsabilidade
na escassez de chuva em várias partes do mundo.
A importância das secas
repercute no ciberespaço, onde é possível
encontrar vasta informação. A Organização
das Nações Unidas para a Agricultura
e a Alimentação (FAO) tem uma seção
especial sobre o tema, há sites encarregados
de entregar dados sobre manifestações
deste fenômenos e também é possível
obter informação sobre uma das conseqüências
das secas persistentes, o
surgimento dos desertos.
FAO:
desertificação, seca e suas conseqüências
(inglês)
Visão
da seca na Mesoamérica e no Caribe (espanhol)
Bases
para o planejamento frente a uma seca, México
(espanhol)
Vigilância
da seca nos Estados Unidos (inglês)
Centro de Informação
sobre a seca nos Estados Unidos (inglês)
Centro de Investigações
sobre a seca em Chihuahua (espanhol)
Projeto
de alerta para a seca na Argentina (espanhol)
Efeitos
sociais e econômicos das secas na Espanha
(espanhol)
Conecte-se:
El Niño (espanhol)
Conecte-se:
desertos (espanhol)
Departamento
Nacional de Obras Contra as Secas - A seca (português)
Canal
Kids - Água no Planeta (português)
O
Brasil da Seca (português)
Ministério
do Meio Ambiente do Brasil - Seca (português)
Seca,
Mitos, Histórias, Fantasias e Mesmice (português)
Seca
Pobreza Urbanização (português)
Pragas da banana
A
banana é uma fruta crucial para a humanidade.
Mas a produção deste alimento essencial
para centenas de milhões de pessoas enfrenta
o perigo das pragas, especialmente da sigatoka negra
e do mal-do-Panamá.
Estas
pragas
poderiam afetar sensivelmente a capacidade de produção
de algumas variedades de alto consumo no mundo se
não se conseguir uma forma de deter seu avanço.
Os pesquisadores indagam como a manipulação
genética, o controle biológico dessas
pragas ou os cruzamentos podem produzir híbridos
resistentes.
Em que consistem essas pragas?
Na Internet há abundante informação
sobre este assunto. Trata-se do futuro
da banana. “Não consumo banana regularmente,
o que não me impede de reconhecer que 500 milhões
de pessoas dependem desse fruto - especialmente na
África e Ásia - como sua principal fonte
de proteínas. Em nível comercial, a
banana é a fruta mais popular e consumida no
mundo todo”, lembra o site Banana
Split. Ali também se faz notar que as duas
principais ameaças são o mal-do-Panamá,
produzido pelo fungo Fusarium oxysporum, que ataca
o sistema vascular da planta, e a sigatoka negra,
causada pelo fungo mycosphaerella fijiensis.
A sigatoka negra, a doença
da mancha da folha, “causa uma redução
significativa na área de fotosíntese
da folha, perda no rendimento de até 50% e
amadurecimento prematuro, um defeito muito sério
em uma fruta de exportação”, dizem
no site A
enfermidade mais importante do fruto mais importante.
Na página sobre o mal-do-Panamá
explicam que essa enfermidade “é muito
prejudicial nas plantações de banana
no mundo devido às enormes perdas que provoca,
especialmente na região altamente produtora
da América Central.
“Os sintomas começam
com um amarelado anormal nas folhas mais velhas, iniciando
pelas bordas. Aos poucos as folhas se dobram na base
dos pecíolos e secam, ficando penduradas nas
árvores. O mesmo ocorre com as folhas jovens,
até chegar ao estandarte, que permanece verde
por mais tempo, até adquirir, também,
uma cor amarelada e secar. Com isso a planta morre”,
afirma-se neste site.
Para mais informações,
entre nos sites indicados abaixo.
Sigatoka:
a enfermidade mais importante do fruto mais importante
(espanhol)
Sigatoka
negra: um ameaça ao cultivo da banana (português)
Mal-do-Panamá
(espanhol)
Banana
split: os perigos (espanhol)
Pragas
da banana (espanhol)
Controle
biológico de pragas em banana (espanhol)
"Os
transgênicos não salvarão a banana"
(espanhol)
Bananas
e plátanos (espanhol)
Rede
Internacional para a Melhoria da Banana e do Plátano
(espanhol e inglês)
BBC:
a banana do futuro (espanhol)
Instituto
Agronômico: uma bananeira que dispensa pulverização
(português)
Instituto
Agronômico: Variedade de banana resistente a
pragas (português)
Agrobyte:
Banana (português)
Ceplac:
Banana (português)
Partes de guerra
Os tambores de guerra soaram
com força nos últimos meses, e ecoaram
em todo o mundo. Embora ainda não haja um conflito
declarado, a tensão bélica é
evidente e provoca uma avalanche de informação
disponível na Internet.
O cenário desta guerra
seria o Golfo Pérsico. E os principais protagonistas
do clima de discórdia são
Estados Unidos, que anunciam planos de ataque
em represália pelo não-cumprimento de
acordos internacionais, e o
Iraque. Como costuma ocorrer com os conflitos,
as razões para ir a uma guerra às vezes
são incompreensíveis para pessoas comuns
em todo o mundo.
O conflito entre Estados Unidos
e Iraque teve um primeiro episódio bélico
na Guerra do Golfo de 1991. Desde então, os
desencontros têm sido permanentes. A revisão
de uma
cronologia permite seguir de perto a evolução
dos acontecimentos. Os que buscam explicações
para as causas da guerra têm pela frente a missão
de informar-se de forma detalhada, tanto sobre os
últimos acontecimentos quanto sobre seu pano
de fundo.
“Os Estados Unidos e seus
aliados afirmam que o atual conflito não é
com o povo iraquiano, mas com Saddam Hussein e seu
regime. Apesar disto, em caso de uma guerra, serão
as pessoas comuns, os civis, que estarão em
meio à linha de fogo”, lembra uma seção
de testemunhos de um especial da BBC
britânica sobre o tema. Meios de comunicação
norte-americanos como CNN
ou The
New York Times costumam acompanhar de perto as
novidades provenientes de Washington, onde está
concentrado o maior interesse na guerra.
Na Internet também é
possível encontrar uma versão a partir
do Iraque, ou de meios de comunicação
que proporcionam uma visão diferente do conflito,
como o especial
da agência Inter Press Service. Na Internet
também é possível encontrar sites
essenciais de navegação no Yahoo!
Estes links contêm material
de informação sobre uma guerra que ainda
não começou. E que além disso
colocou em evidência a existência de opiniões
muito divergentes em torno da necessidade de um conflito.
Por outro lado, serviu para mobilizar aqueles que
apóiam a paz.
Inter
Press Service: especial sobre o Iraque (espanhol)
Inter Press
Service: reportagens e colunas (português)
BBC:
Iraque, frente à tempestade (inglês)
CNN:
enfrentamento com o Iraque (espanhol)
The
New York Times: Iraque (inglês, inscrição
gratuita)
Yahoo!:
conflito no Iraque (espanhol)
A
Guerra do Golfo de 1991: O Mundo (espanhol)
Google:
busca de notícias sobre o Iraque (inglês)
Agência
de Notícias do Iraque (inglês)
Departamento de Estado
norte-americano (inglês)
Objetivo
Iraque: cronologia da crise (espanhol)
O
Estado de S.Paulo - Grandes Acontecimentos Internacionais:
Iraque (português)
BBC
Brasil.com: A Crise no Iraque (português)
O trigo
O trigo
é um cereal básico para a civilização:
seu cultivo segue paralelo à história
da antigüidade e da modernidade. E é utilizado
principalmente como base de farinhas para fabricar
um alimento essencial, o
pão. Na Internet, a busca do trigo rapidamente
leva a sites que nos falam de sua importância.
Para começar, é a matéria-prima
do pão em grande parte do mundo. E seus historiadores
afirmam que é cultivado pelos seres
humanos há dez mil anos.
Este cereal, acrescenta o site
sobre a história
do trigo, é uma fonte fundamental de nutrientes
e energia para nossa civilização. Um
site sobre o
cultivo do trigo nos recorda que se trata de uma
planta da família das gramíneas, da
qual existe uma grande variedade. Entretanto, as mais
utilizadas são a Triticum durume o Triticum
compactum. “E o trigo para farinha heplaxóide
chamado Triticum aestivum é o cereal utilizado
para fabricar pão mais cultivado no mundo”,
acrescenta o site.
Já no site O
trigo são definitivos: “O trigo é
a planta mais amplamente cultivada no mundo. O trigo
que cresce na terra pode, inclusive, superar a quantidade
de todas as demais espécies produtoras de sementes,
silvestres ou não. Cada mês é
feita uma colheita de trigo maduro em algum lugar
do mundo. É a colheita mais importante dos
Estados Unidos e do Canadá e cresce em extensas
áreas em quase todos os países da América
Latina, Europa e Ásia.
No leste do Iraque, acrescentam,
foram encontrados grãos carbonizados de trigo
com mais de seis mil anos. O trigo, da mesma forma
que outros cereais, como o arroz na Ásia ou
o milho em certas regiões da América
Latina, foi um detonante essencial das civilizações.
A grande virtude desse grão é que pode
ser moído, uma tarefa que se realizou desde
a antigüidade, com moendas de pedra, e que teve
seu momento mais romântico nos moinhos
de vento.
Atualmente, o trigo é
um alimento fundamental para a humanidade, que o consome
em grande parte da superfície do planeta. Talvez
por essa razão sua taxinomia
seja objeto de estudo e os pesquisadores analisem
as melhores maneiras de cultivá-lo. A Organização
das Nações Unidas para a Agricultura
e a Alimentação (FAO) destaca sua importância
como nutriente da humanidade. E, mais ainda, este
cereal move um ativo mercado.
Tudo parece indicar que a produção de
trigo no mundo é suficiente, mas nem sempre
está bem repartida.
O
cultivo do trigo (espanhol)
O
trigo (espanhol)
FAO.org:
trigo (inglês)
História
do pão (espanhol)
História
do trigo (espanhol)
Informes
sobre o mercado mundial de trigo (espanhol)
Embrapa
- trigo (português)
Moinhos
da mancha (espanhol)
Taxinomia
do trigo (inglês)
Tipos
de trigo por produto final (espanhol)
Armas à
venda
O mercado das armas evoca a face
mais obscura do comércio mundial, porque se
trata de um negócio mortal que movimenta milhares
de milhões de dólares por ano. Algumas
de suas conseqüências são previsíveis:
conflitos, mortes, devastação. A existência
deste comércio não passa despercebido
para uma série de organizações
que o vigiam e denunciam, muitas delas com presença
ativa na Internet, como é o caso da Federação
de Cientistas Norte-Americanos (FAS), segundo
a qual esse comércio supera os US$ 20 bilhões
anuais.
“Existem provas contundentes
de que certas transferências de bens ou serviços
militares de segurança e policiais podem fomentar
ou exacerbar os abusos contra os direitos humanos”,
diz a Anistia
Internacional em seu site sobre Tráfico de
Armas, onde oferece abundante informação
sobre um Comércio
do Terror.
A Organização
das Nações Unidas (ONU) realiza
uma forte campanha em favor do desarmamento,
considerado uma prioridade para um mundo que se encontra
armado até os dentes.
Grande parte da preocupação
das organizações sobre desarmamento
está voltada para as armas pequenas e leves,
movimentadas com maior facilidade entre a população
e que segundo o site Desarme.org
provocam a morte de cerca de 500 mil pessoas por ano,
das quais 200 mil vítimas de homicídio,
suicídio, crimes e acidentes.
O
Fundo das Nações Unidas para a Infância
(Unicef) mantém uma exibição
em seu site que denuncia o tráfico de armas
pequenas, com galeria e abundante informação
para demonstrar seu efeito pernicioso. Existe uma
arma pequena para cada 12 pessoas no mundo. Neste
site, o Unicef destaca que cerca de 95 países
possuem mais de 600 fábricas de armas pequenas
ou leves, embora 80% da oferta seja proveniente de
países industrializados.
O mercado legal destes produtos
letais oscila entre US$ 4 e 5 bilhões ao ano,
mas o ilegal pode superar os US$ 10 bilhões.
Na Internet é possível entrar em contato
com organizações que combatem o tráfico
de armas, encontrar textos
que descrevem o funcionamento da indústria
e o mercado, documentos como uma Convenção
Interamericana com os quais tenta-se reverter
a tendência armamentista, ou diretórios
de links
que permitem aprofundar na pesquisa desse assunto.
Unicef:
As armas pequenas na mira (inglês)
Convenção
Interamericana contra a fabricação e
o tráfico ilícito de armas de fogo,
munições, explosivos e outros materiais
relacionados (espanhol)
ONU: paz e segurança
através do desarmamento (inglês)
Portal: Desarme.org
(espanhol e português)
Federação
de Cientistas Norte-Americanos FAS (inglês)
Anistia
Internacional: O tráfico de armas (espanhol)
Anistia
Internacional: Crônica do comércio do
terror (espanhol)
Unidir, Instituto
da ONU para Investigações sobre Desarmamento
(inglês)
Armamentismo,
indústria da morte (espanhol)
Terramérica
Conecte-se: Desarmamento (português)
As
Exportações Brasileiras de Armas Leves
1989 – 2000 (português)
Ministério
da Justiça do Brasil: Desarmamento e Controle
de Armas (português)
Bananas e plátanos
As bananas e os plátanos
são frutas de origem milenar, convertidas em
um alimento de grande importância para a humanidade.
Seu comércio também nutre um mercado
de grande dinamismo e seu cultivo inspira estudos
científicos sobre sua genética ou sobre
as possibilidades da produção ecológica.
Na Internet é possível conseguir abundante
informação sobre essas frutas.
Pode-se começar pela página
da
banana da Organização das Nações
Unidas para a Agricultura e a Alimentação
(FAO), onde há referências estatísticas
e estudos recentes. Este organismo também abriga
um Grupo
Intergovernamental em cujas reuniões são
revisadas tanto as condições dos mercados
internacionais quanto as perspectivas de se conseguir
uma produção mais ecológica.
O aumento sustentável
da produtividade no cultivo dessas frutas é
um objetivo fundamental da Rede
Internacional para a Melhoria da Banana e do Plátano
(Inibap), que explica que estas frutas representam
a maior parte da alimentação diária
para 400 milhões de pessoas em uma centena
de países.
No site Bananas:
espécies de musa, consta que a planta produtora
desta fruta é cultivada atualmente em todas
as regiões tropicais e constitui a quarta maior
colheita do mundo. A palavra musa refere-se ao gênero
das bananas. A maioria das variedades atuais descendem
de duas espécies silvestres, Musa acuminata
e Musa balbisiana, explica-se na página sobre
esta fruta no site dos Jardins
Botânicos Reais Kew. São originárias
da região indo-malaia, mas desde épocas
pré-históricas começaram a migrar
para outras regiões do mundo.
Os principais produtores de
banana são Índia e Brasil. A banana
é considerada um excelente alimento e um “combustível
natural” para os esportistas. Na Internet também
existem diretórios
de sites sobre este tema, descrições
sobre o mercado onde o produto é comercializado
e comentários sobre os perigos
que podem afetar a sobrevivência da fruta.
FAO:
página da banana (espanhol)
FAO:
Grupo Intergovernamental sobre a Banana: Informe 2001
(espanhol)
Rede Internacional
para a Melhoria da Banana e do Plátano - Inibap
(inglês, espanhol)
Inibap:
sites sobre bananas (espanhol)
Banana:
Royal Botanic Gardens Kew (inglês)
O
poder da banana (português)
Banana:
espécies de musa (inglês)
BBC:
banana em perigo? (inglês)
Bananas
na Internet: links (inglês)
História
e descrição: o mercado mundial da banana
(espanhol)
Cores
e Sabores Tropicais (português)
Banana
(português)
Coordenadoria
de Defesa Agropecuária - São Paulo
(português)
Florestas e desmatamento
O desmatamento é a devastação
das florestas, uma perda de árvores que em
cerca de dez mil anos de civilização
provocou problemas como a degradação
de solos ou a redução irremediável
da biodiversidade. A superfície de florestas
existente no mundo é de 3.870 bilhões
de hectares, segundo o último relatório
da Organização das Nações
Unidas para a Agricultura e a Alimentação
(FAO) sobre a Situação
das Florestas do Mundo.
Este relatório de 2001
destaca que 95% dessa superfície corresponde
a florestas naturais e 5% a plantações
florestais. Também destaca que anualmente são
perdidos 14,2 milhões de hectares devido ao
desmatamento, e são plantados 5,2 milhões,
o que implica uma redução líquida
anual de 9,4 milhões de hectares.
A FAO, que tem um Departamento
de Montanhas encarregado da questão de
florestas, informa no documento que durante os anos
90 avançou-se na formulação de
objetivos de conservação, mas adverte
que para tornar realidade "uma visão baseada
no ordenamento sustentável" é necessária
uma série de fatores, como capacidade para
financiar e distribuir de maneira igual os custos
e benefícios dos êxitos em matéria
de conservação e a materialização
de um compromisso político.
Em setembro próximo,
delegados de todo o mundo estão convocados
para a XII
Congresso Florestal Mundial, para impulsionar
a conservação das florestas, um hábitat
que abriga 80% da biodiversidade, segundo o site dedicado
a esta conferência. Embora a superfície
florestal possa parecer ainda grande, no site de florestas
do Instituto dos Recursos Mundiais (WRI) aparece um
mapa animado que mostra de forma evidente a grande
diminuição de árvores durante
cerca de oito mil anos.
O desmatamento é produzido
pelo uso excessivo dos recursos florestais que se
traduz no corte de árvores e implica desde
grandes madereiras até pequenos agricultores
que buscam terreno para seus cultivos. Além
disso, também influem outros fatores, como
as catástrofes naturais e os incêndios.
Na Internet há grande
informação sobre as características
do desmatamento
e em particular sobre os danos às florestas
tropicais que, segundo um site, abrigam 70% das
espécies animais e plantas. Também há
grande quantidade de documentos especializados sobre
o tema e sites com dados
que servem para traçar planos de manejo desses
ecossistemas.
FAO
- Florestas - Departamento de Montanhas (vários
idiomas)
FAO:
Situação das florestas do mundo
(vários idiomas)
XII
Congresso Florestal Mundial (vários idiomas)
Instituto dos Recursos
Mundiais: florestas, pastagens e terras áridas
(inglês)
Observatório
Mundial de Florestas - Global Forest Watch (vários
idiomas)
Desmatamento:
florestas tropicais em diminuição /
Agência Canadense de Cooperação
Internacional (espanhol)
Florestas
tropicais (espanhol)
Desmatamento
no EcoPortal.net (espanhol)
Áreasprotegidas.org:
desmatamento na zona andina (espanhol)
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