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ARGENTINA: Reforma legal contra os curimbatás
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BUENOS AIRES.- Ambientalistas da Argentina resistem a mudanças autorizadas, no dia 12 de novembro, em uma lei de pesca de 2003, que foi aprovada com consenso de moradores e pescadores artesanais, para a exploração sustentável de recursos ictícolas do Rio Paraná.
A Fundação Proteger e a Federação Amigos da Terra, da Argentina, afirmam que o Senado da província de Santa Fé, cuja fronteira oriental é banhada integralmente pelo Rio Paraná, mofidicou essa lei por pressão de frigoríficos pesqueiros que exportam milhares de toneladas anuais de curimbatá (Prochilodus platensis) para Brasil, Bolívia, Colômbia e Nigéria. A lei modificada permite a captura de exemplares de menor tamanho, que segundo estudos científicos, em geral, ainda não se reproduziram.
No dia 16 de novembro, os ativistas convocaram a população a enviar fax para os deputados de Santa Fé pedindo que anulem as mudanças aprovadas pelos senadores.
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GUATEMALA: Cultivo de bambu
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GUATEMALA.- As autoridades guatemaltecas aprovaram um projeto para cultivo em grande escala de bambu, com apoio do governo de Taiwan, informou ao Terramérica Ramiro Pérez, vice-ministro da Agricultura.
Segundo Pérez, o bambu “até poderia ser um bom substituto do café”, produto tradicional que a Guatemala exporta e que acaba de sair de uma grave crise, devido à queda internacional dos preços.
O projeto de Taiwan busca aumentar as 80 plantações existentes, bem como fomentar o cultivo de aproximadamente 1,2 mil variedades, as quais são classificadas de acordo com seu uso: alimentação, mobiliário, papel e, inclusive, construção.
Derick Calderón, presidente da Associação Guatemalteca do Bambu, explicou que o projeto é “inovador, abundante e de baixo custo para suprir a demanda por moradia, sobretudo na área rural”.
Outra virtude do bambu, que é oco, é que pode ser cortado periodicamente, pois se regenera desde a primeira colheita.
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COLÔMBIA: Governo incentiva o ecoturismo
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BOGOTÁ.- O número de visitantes nos parques nacionais da Colômbia quadruplicou em relação a 2002, destacou, no dia 16 de novembro, a ministra do Meio Ambiente, Sandra Suárez, ao lançar a Política Nacional de Desenvolvimento do Ecoturismo.
De janeiro a setembro de 2002, houve 79.067 visitantes, enquanto em igual período do ano passado esse número subiu para 320.793.
Para o presidente Álvaro Uribe, esse aumento se deve à política de resgate do turismo interno, através do restabelecimento da segurança nas estradas, aplicada por seu governo desde que assumiu, em agosto de 2002.
Uribe elogiou o programa de Pousadas Nativas (recepção de turistas em casa) do vice-ministro de Desenvolvimento Empresarial, que impulsiona 429 projetos em regiões com potencial ecoturístico.
A Colômbia é considerada um país privilegiado para o ecoturismo, por ser um dos cinco com maior biodiversidade e pela beleza e variedade de suas paisagens.
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